[Resenha] A Intuitiva - Hannah Howell


Segue abaixo a resenha que fiz para o blog Gemialidades Moraes, que tenho em conjunto com minha irmã gêmea, espero que gostem.

A-IntuitivaUMA HISTÓRIA SOBRE COMO O PODER DO DESTINO E DO DESEJO PODE REALIZAR COISAS APARENTEMENTE IMPOSSÍVEIS. Estamos na Inglaterra, no século XVIII. Assim como a maioria de seus familiares, a bela e jovem Alethea Vaughn Channing possui dons especiais. Desde pequena ela tem visões recorrentes de um homem desconhecido. Passados 15 anos desde a primeira visão, ela prevê um risco iminente de morte. Ela precisa encontrá-lo, contar sobre sua visão e convencê-lo de que corre perigo… Mas quem acreditaria numa estranha com uma conversa dessas? Ainda sob um ceticismo inicial, ele percebe sinceridade na desconhecida e, agindo emocionalmente, decide acreditar na estranha para tentar novamente descobrir o paradeiro de seus dois sobrinhos, que desapareceram após a trágica morte de sua irmã e do esposo. Durante essa busca, começa então a florescer uma forte admiração entre os dois, até surgir a perigosa Claudete, uma antiga amante de Hartley, e que Alethea descobrirá estar entre as pessoas mais ameaçadoras da alta sociedade de Londres. Então, a sua vida também passa a correr perigo e ela precisará mais do que nunca de seus poderes para garantir a sua segurança. ISBN-13: 9788563066701 Ano: 2011 / Páginas: 224 Idioma: português Editora: Lua de Papel Skoob - Goodreads - Amazon
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Esse é o terceiro livro da série Wherlocke da autora Hannah Howell, o livro possui uma linda fita rosa para amarrá-lo, a capa não condiz com a personagem principal, visto que esta possui cabelos escuros - e isso me fez questionar o por quê dessa capa, não entendi mesmo - oh well, whatever.


A história se passa na Inglaterra vitoriana e retrata uma mulher chamada Alethea Vaughn Channing que é viúva e vive no interior do país. Porém, ela não é uma mulher comum, possui uma habilidade de ter visões de acontecimentos passados, presentes ou futuros. Tudo o que Alethea vê durante esse estado de transe ela registra por meio de desenhos em seu caderno, sendo capaz de capturar a emoção do momento em imagens feitas no papel. Ela, desde criança, tem visões de um homem que nunca encontrou pessoalmente, espiando episódios de sua vida. Esse homem é Hartley Greville, o marquês de Redgrave. O momento crucial que origina a história em si se dá com a visão da tortura e assassinato do referido marquês. Deste modo, Alethea segue para a casa do tio, Iago, na tentativa de avisar Hartley do perigo que corre. Entretanto, ela não contava que ele fosse ser tão cético, porém ela é persistente.
A autora retrata o cenário histórico e político que envolvia a Inglaterra e a França no século XVIII. Assim sendo, acontece que Hartley também não é alguém tão comum assim, apesar de não possuir nenhum dom como o de Alethea e sua família, ele é um espião a serviço de sua majestade, a Rainha da Inglaterra. Sua missão é seduzir mulheres que possuam algum tipo de informação ou que estejam cometendo traição ao país. No momento em que Alethea chega a Londres, Hartley tinha sido incumbido de seduzir a Madame Claudete des Rouches e expô-la como uma espiã em favor da França. Contudo, Claudete, com a ajuda de sua irmã, não são alvos fáceis e deixam rastros de destruição por onde passam.
A proposta do livro foi bem interessante, eu adoro romances históricos e o gênero young adult, porém esse aqui não funcionou para mim. Conquanto tenha achado a escrita leve, e a leitura fácil, a história é simplesmente muito rasa e impossível estabelecer uma conexão ou despertar a curiosidade durante a leitura. Talvez seja por não ter acompanhado a série desde o primeiro livro - sim, pulei já para o terceiro livro, mas não intencionalmente. Achei o plot twist extremamente previsível e fraco. Todos os personagens são perfeitos e bonitos, bonzinhos demais ou mauzinhos demais, não tem profundidade e isso acaba por deixá-los desinteressantes. Infelizmente não atendeu às minhas expectativas. Deste modo, dou duas cervejas amanteigadas para o livro "A Intuitiva".

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